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Ajudinha pro Provão de Biologia...

Galera, como todo mundo sabe, nunca fui bom de desenho. Logo, nunca consigo copiar o que o professor de Biologia B desenha. Assim, tiro fotos pra me ajudar a estudar. Na galeria abaixo você confere o que rolou de mais importante nesse bimestre!!  

P.S.: Isso serve só pra galera do 2º ano, hein!!

(download)

Conselhos dos Meus Mestres...

"Os pequenos detalhes dizem muito sobre nós mesmos" disse uma vez em um de seus inúmeros memoráveis keynotes, o mestre Steve Jobs. "Somos o que comemos" disse certa vez um nutricionista. Vou além: somos o que escrevemos. 


O ato de se comunicar data de muito antes da sistematização da linguagem. Não há nada melhor do que expressar suas ideiase receber um feedback. Contudo, conversas podem ser esquecidas, até mesmo recontadas. Já a escrita, não. O que está escrito, está feito, não há como mudar. Isto é o mais belo. A escrita está fadada à eternidade. Poucos priveligiados chegaram a conversar pessoalmente com Machado de Assis, por exemplo (eita, inveja!!). Entretanto, quem nunca intrigou-se com a eterna dúvida do adultério de Capitu ou se deliciou com as Memórias Póstumas do "Mulato Sabido"? Mas, CUIDADO, caro leitor!!! Se o texto não é bom, fica pra sempre ruim. Por exemplo, se este post ficar ruim, vai ficar pra sempre, até porque editar o blog é sempre bem chato. De novo, nada a se fazer. Como diz minha querida vovó, "prudência e canja de galinha nunca fizeram mal a ninguém"; como bom neto que sou, acato o conselho, complementando-o: ousadia também não.

Steve_jobs_keynote

Pra acabar isso aqui (não que delinear algumas magras linhas seja de todo ruim, é até coisa que distrai um pouco da eternidade, mas o tempo não para nem pra mim nem pro Cazuza!), não sei bem se o Léo Jaime ainda vai encontrar a fórmula do amor e muito menos se vou encontrar a da boa escrita. Não obstante, fica a dica: escreva o que sente, o que pensa, mas cuidado pra não ferir o papel, e nem as pessoas. Ah, quer saber? Fazes o que tu queres, pois é tudo da lei!  

Texto dedicado ao amigo, professor e companheiro Héder Peixoto que tanto contribui com esses escritos.

Dá uma Olhadinha...

     O fim de ano tá aí e a maioria dos jovens do Brasil vai prestar algum vestibular, seriado ou similar em breve. Contudo, é notório o nível da falta de interesse destes mesmos jovens em relação à situação do país. Seja no campo político, no social ou na economia, alheios estão e, ao que me parece, alheios continuarão se não mudarem sua postura. Todavia, é necessário abrir os olhos e enxergar o futuro. Mas pra enxergar lá na frente, é preciso entender o presente e, consequentemente, relembrar o passado...

    Esse Brasil, o meu, o seu, é o mesmo do José, do Alencar, o mesmo do Machado. É o mesmo do Gil, do Tom e do Jobim. Não é diferente do Brasil do Chico, do Fernando nem do Henrique. É a nação que varreu, com a vassourinha do Jango, a nova Capital Federal do Juscelino em direção ao Sertão. Sertão grande, ou Grande Sertão: Veredas , como nos diria o companheiro Guimarães. Mas Brasil, mostra tua cara! Qual é o teu negócio? Bem, um Estado que ficou independente pelas próprias mãos do Príncipe Regente Metropolitano deve ter muitas caras. Sim, muitas caras. Caras-pintadas clamando pelas Diretas Já; e o povo incrédulo de ver o caixão do Tancredo. Cena que chocou milhões, Senna no caixão em pleno domingo. No mesmo ano, Galvão já gritava o Tetra, preparando a garganta pra soltar o verbo no Penta.

    Tá vendo? Cada brasileiro, mesmo que no mais perfeito anonimato, ajudou a construir um pedacinho da nossa história e deixou o seu legado. Cabe a nós, todos nós, continuar o que esses gênios um dia fizeram. Não dá pra ficar aqui parado, vendo as coisas acontecerem. O tempo do Cazuza não para; o nosso também não. Pode ser que o amanhã do Renato nunca chegue. Assim fica o meu apelo: levanta a cabeça; vai a luta; luta pelo que é seu! Continua o que o Cabral, em 1500, começou. Muda essa atitude, sai da caverna e vamos levar o Brasil ao topo do mundo. Eu sei que não dá pra mudar o passado, mas se a gente quiser, e fizer acontecer, vai dar pra mudar o futuro.

 

Autor: Raul Guarini

P.S.: Texto dedicado a Mariana Lanna, fonte

de inspiração pra tudo escrito aí em cima.

 

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