Gabarito PASES I - 04/12/2010

Resolvi a prova como candidato e resolvi colocar o meu gabarito aqui pra discutir com a galera alguma ou outra questão. Qualquer dúvida ou se você acha que a resposta certa é diferente das que estão aqui a baixo, comenta aí e vamo discutir!

1-a  2-c  3-a  4-b  5-d  6-c  7-b  8-c  9-d  10-a  11-b  12-d  13-c  14-a  15-c  16-d  17-a  18-a  19-c  20-b  21-d  22-b  23-b  24-c  25-b  26-c  27-a  28-a  29-d  30-d  31-a  32-c  33-a  34-d  35-a  36-b  37-c  38-a  39-a  40-c  41-c  42-d  43-b  44-a 45-d  46-b  47-c  48-d  49-d  50-c  51-a  52-d  53-c  54-a  55-b  56-d  57-d  58-c  59-a  60-b  61-b  62-a  63-c  64-d  65-c  66-a  67-b  68-b  69-a 70-b  71-a  72-a  73-d  74-b  75-a  76-c  77-d 78-a  79-a  80-b  

P.S.: o gabarito usado para resolução da prova foi o de número 1 (um).

Dá uma Olhadinha...

     O fim de ano tá aí e a maioria dos jovens do Brasil vai prestar algum vestibular, seriado ou similar em breve. Contudo, é notório o nível da falta de interesse destes mesmos jovens em relação à situação do país. Seja no campo político, no social ou na economia, alheios estão e, ao que me parece, alheios continuarão se não mudarem sua postura. Todavia, é necessário abrir os olhos e enxergar o futuro. Mas pra enxergar lá na frente, é preciso entender o presente e, consequentemente, relembrar o passado...

    Esse Brasil, o meu, o seu, é o mesmo do José, do Alencar, o mesmo do Machado. É o mesmo do Gil, do Tom e do Jobim. Não é diferente do Brasil do Chico, do Fernando nem do Henrique. É a nação que varreu, com a vassourinha do Jango, a nova Capital Federal do Juscelino em direção ao Sertão. Sertão grande, ou Grande Sertão: Veredas , como nos diria o companheiro Guimarães. Mas Brasil, mostra tua cara! Qual é o teu negócio? Bem, um Estado que ficou independente pelas próprias mãos do Príncipe Regente Metropolitano deve ter muitas caras. Sim, muitas caras. Caras-pintadas clamando pelas Diretas Já; e o povo incrédulo de ver o caixão do Tancredo. Cena que chocou milhões, Senna no caixão em pleno domingo. No mesmo ano, Galvão já gritava o Tetra, preparando a garganta pra soltar o verbo no Penta.

    Tá vendo? Cada brasileiro, mesmo que no mais perfeito anonimato, ajudou a construir um pedacinho da nossa história e deixou o seu legado. Cabe a nós, todos nós, continuar o que esses gênios um dia fizeram. Não dá pra ficar aqui parado, vendo as coisas acontecerem. O tempo do Cazuza não para; o nosso também não. Pode ser que o amanhã do Renato nunca chegue. Assim fica o meu apelo: levanta a cabeça; vai a luta; luta pelo que é seu! Continua o que o Cabral, em 1500, começou. Muda essa atitude, sai da caverna e vamos levar o Brasil ao topo do mundo. Eu sei que não dá pra mudar o passado, mas se a gente quiser, e fizer acontecer, vai dar pra mudar o futuro.

 

Autor: Raul Guarini

P.S.: Texto dedicado a Mariana Lanna, fonte

de inspiração pra tudo escrito aí em cima.

 

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