Precisa-se de Supermercados

Ia eu hoje pelos corredores de um supermercado aqui da minha cidade (aquele que se você não comprar lá, vai perder dinheiro. Se é esperafelicense, entendeu) procurando itens básicos de higiene pessoal pro novo apartamento em Juiz de Fora, uma vez que a mudança já está aí. Dada a bagunça das prateleiras e da falta de sinalização, eu andava, andava, andava e não achava o que precisava. Depois que a gente convive um tempo com produtos Apple, a gente espera que tudo seja intuitivo e fácil de encontrar. Mas Steve Jobs nunca quis fazer iMarkets, infelizmente. Depois de uns cinco minutos, achei o xampu que precisava. Dez minutos depois, encontrei o sabonete. No final das contas, quando fui comprar miojo e afins, já tinha perdido uns 30 minutos. A verdade é que para sair da seção de xampu, por exemplo, e ir para a de comida (miojo e pipoca!), precisava passar pela de sabão em pó, a que vendia panelas, a de alvejante para roupas e todas as outras, sem muita utilidade pra pessoas que moram sozinhas. Então, tive uma ideia: por que raios ainda não há supermercados para gente que mora sozinha e não sabe fazer tarefas do lar? Imagine: você chega no mercado, uma prateleira só com itens de higiene pessoal; outra com diferentes sabores de miojo; mais uma com sabores variados de pipoca; uma dedicada aos "chips" da vida (Doritos, Ruffles, De Montão...) e, por último, uma com bebidas. Aí varia um pouco se você bebe álcool ou não. Como não bebo, refrigerantes das mais variadas partes do mundo (nem precisa. Foi só pra dar uma enfeitada.Tendo Coca-cola e Guaraná já está bem bom) seriam ótima pedida. 

 

Acredito que um empreendimento desse em um lugar do tipo de Espera Feliz não duraria um mês. Contudo, em um grande centro, em um bairro residencial, acho que daria muito certo. Ainda mais se o bairro fosse de estudantes. A gente perde tempo demais estudando derivadas e vetores. Não dá pra perder mais tempo ainda fazendo a "compra" do mês. Nos supermercados normais, há MUITA coisa inútil pra mim, por exemplo. E aposto que não sou o único a pensar assim. Será que alguém poderia também ter essa ideia (ou copiar mesmo) e montar um mercado nesse estilo? Acho que ia dar certo. 

 

Por falar em novos modelos de supermercados, fico imaginando como seria um iMarket. Mas, bem, fica pra outro post. Afinal, arrumar a mudança é preciso. Fui!

Nostalgia...

File

 De vez em quando, acontece algo com a gente que nos faz lembrar de alguma coisa, alguém, alguma época. Hoje foi um desses dias. Estava eu na fazenda de minha avó, a querida "Vó Zolina", e abri a geladeira para procurar algum dos maravilhosos bolos e tortas que ela faz pegar água. Ao olhar pra baixo, vi um objeto que desencadeou uma série de boas lembranças da minha infância: uma "Caçulinha", ou "Pitchulinha", como queira. Se você não é das Minas Gerais, talvez não saiba do que se trata. Não passa de uma garrafa de Guaraná, de plástico mesmo, bem pequena. Quando pequeno, sempre que ia à fazenda da Vó Zolina, comia o pastel que ela fazia e tomava uma Pitchulinha. Até pouco tempo atrás, dava pra encontrar essas garrafinhas de quase tudo nos bares por aí. Era de Guaraná, de Coca, de Fanta... Como diz um bordão dos mineiros, "Eita tempo bão que não volta, sô"!

Assista Aí!

Mais cedo postei aqui no blog uma dica de leitura (se não viu, é o post anterior). Bom, assisti hoje a um filme super bacana e achei que valia compartilhar! The Hunter for Red October, ou A Caçada pelo Outubro Vermelho, foi baseado no livro de Tom Clancy de mesmo nome. Se você leu e pensou "Já li esse nome, Tom Clancy, em algum lugar", deve estar se lembrando dos jogos de video game Rainbow Six e o glorioso Splinter Cell, que são títulos lançados com enredo baseado na obra do cidadão aí. Lançado em 1990, A Caçada pelo Outubro Vermelho, nos Estados Unidos, venceu o Oscar de Melhor Edição de Som! (Valeu, Wikipédia.) 

Redoctoberposter

Apesar de baseado em um livro, nada do que consta no filme foi, de fato, provado. Há boatos de que há arquivos que comprovem os acontecimentos, guardados na Casa Branca e no Kremlim. Sem eu nem tocar no enredo em si do filme já deu pra perceber: Guerra Fria na área. A história (ou estória, como queira) passa-se no fim da década de 1980, quando Gorbatchev já estava no poder lá pelos lados de Moscou. Um dos vários submarinos nucleares soviéticos ia em direção à costa americana, como um processo de treinamento. Contudo, ele possuía um equipamento que o fazia invisível aos sonares da época. Até aí, "tudo bem". O grande problema é que o comandante do submarino era, na realidade, um desertor! EUA e URSS unem-se em prol de destruir o submarino e evitar uma guerra em massa. 

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Para termos uma ideia da qualidade desse título, veja o elenco: Sean Connery, Alec Baldwin, Scott Glenn e por aí vai! Com toda a certeza, vale assistir. Ótima pedida para esse fim de férias.

 

Dica de Leitura

Opa, galera! Bem, terminei há algum tempo de ler um livro cujo nome é "Ponto de Mutação", do Fritjof Capra. O livro foi escrito na década de 80, mas não é por isso que deixa de ser fantástico. Me interessei por essa obra em função da indicação de dois amigos que já a tinham lido, Guilherme Monteiro e Ramalho Garbelini. Ela trata da influência da visão cartesiana/newtoniana do mundo na sociedade moderna, nos mais variados campos da ciência, como na medicina, na economia, na psicanálise e na própria física. Após a leitura, adquiri uma outra visão sobre vários pequenos acontecimentos do cotidiano que se tornaram um tanto quanto mais "compreensíveis".

A Livraria Saraiva tem o livro em estoque, assim como a Amazon tem, se você quiser arriscar uma leitura na versão original, em inglês. Se não me engano, a Amazon também tem a obra em e-book. Vale dizer que em inglês ele se chama "The Turning Point"

Se você realmente gostar do livro, ou estiver com preguiça de lê-lo, existe um filme que foi totalmente baseado na obra. Não sei se há uma versão dublada. De qualquer forma, fica a dica: Mindwalk.

Já leu o livro? Quer mais informações? Comente aí!

Tchau, I have to go now...

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Sempre gostei de fazer as malas. Fazer as malas significa que a gente vai viajar, conhecer gente nova, ou até mesmo rever a galera que a gente já conhece. Contudo, nunca gostei de fazer as malas pra voltar pra casa! Isso aí não é comigo. Primeiro, sou um desastre na organização; segundo, fazer as malas pra ir embora significa que VOCÊ VAI EMBORA. Deixa tudo para trás, mas leva ótimas lembranças, novas amizades, algumas queimaduras de sol e, no meu caso, alguns bons cliques. Mas como tudo que é bom tem hora para terminar, as férias já vão acabando. Não é de todo ruim voltar ao lar: não há nada melhor do que nosso canto de verdade. Ficar triste? NUNCA! Afinal, verão que vem tem mais...

Bossa Nova: Live

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Na praia de Castelhanos, em Anchieta, Espírito Santo, a galera chega e vai fazendo seu som. Não sei ao certo, mas me pareceu algo como uma fundação sem fins lucrativos que ensina música aos jovens. Diante do show de Bossa Nova, que contou com releituras de Tom Jobim, Elis Regina, Toquinho e Vinícius de Moraes, cada um que assistia contribuía com a quantia que quisesse. Valeu a iniciativa. Pra terminar, vale dizer que o som do pessoal é da melhor qualidade!
Posterous theme by Cory Watilo